2018

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Festa do Livro | Largo da Igreja | Aljezur

| 20, 21 e 22 Julho | 18h00-24h00

 

A Direcção da Tertúlia tem o prazer de convidá-los a visitarem a Festa do Livro de Aljezur, que se irá realizar a 20, 21 e 22 de  Julho - sexta, sábado e domingo - no Largo da Igreja Nova e no Parque Municipal de Aljezur, das 18h às 24h. 

Contamos com a sua presença,

 

A Direcção da Tertúlia

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BITTE ANMELDEN...

 

 

 

beren_jacob@hotmail.de

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um 10h kamen die Ersten und um 15h gingen die Letzten

es war wunderschön mit EUCH zusammen zu sitzen und den Sonntag so zu gestallten

DANKE 

und wir machen ganz bestimmt wieder einen Brunch !!! ...

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05.05.2018

 

 

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den Fadobeitrag findet Ihr unter

Fado

 

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am Samstag den 24.03.2018 um 16h

 

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2017

 

Freitag den 20.10 und Freitag den 27.10.2017 

 

 

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28.08.2017   um 19h

 

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10.06.2017   um 19h

EINTRITT 8€

 

 

 

 

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13.05.2017

 

 

 

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15.04.  e 22.04. 2017

 

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18.03.2017

 

 

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11.02.2017

 

 

um Anmeldung wird gebeten ... Danke

 

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14.01.2017

 

 

um Anmeldung wird gebeten ... Danke

 

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08.10.2016
 
 
 
 
 
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Caros amigos,

 

Seguindo o lema "mais vale tarde que nunca" gostaríamos de agradecer-lhes pela sua participação na

TARDE ÁRABE em Aljezur, organizada pela CAMPANHA "ALGARVE PELA VIDA"

no passado dia 26 de junho,

como evento para angariação de fundos para o Infantário ALWAN em Idlib na Síria.

 

Segue-se em anexo uma seleção de fotografias, assim como alguma informação adicional que nos foi fornecida pela Claudia Schwarzer depois de nos guiar pelo Ribât da Arrifana.

 

Por fim também gostaríamos de lhes agradecer pela sua generosidade e dar-lhes a conhecer

o gratificante resultado desta angariação.

 

Conseguimos angariar um total de 1.653,05 € para o infantário ALWAN.

390 € foram angariados através da comida (78 mini pratos)

80,05 € foram angariados através de doações pelas bebidas

583 € foram angariados através do concerto

600 € foram angariados através de doações privadas.

 

Estes fundos vão estender a continuidade da escola nesta zona destruída pela guerra.

 

Para aqueles que ainda não estão familiarizados com o projeto, segue-se alguma informação:

 

Este infantário gratuito, fundado há dois anos pelo professor de Inglês de 27 anos ABDO MORIE e mais 6 colegas, acomoda neste momento 140 crianças. Muitas destas crianças são semi-orfãs ou vêm de famílias refugiadas do interior da Síria e estão por isso também dependentes das refeições escolares. Nem Abdo nem os colegas recebem salário do ministério ou de outras instituições sírias. Esta é em geral a situação de muitos professores por todo o lado, mesmo os que estão em escolas muito maiores. Enquanto a guerra durar, apenas podem contar com doações vindas do estrangeiro para que as escolas possam continuar a funcionar.

 

Idlib não fica longe da fronteira turca nem de Aleppo, que é neste momento a segunda maior cidade da Síria e pela qual as lutas são bastante violentas. Neste momento Idlib - ainda - é controlada pelo Exército Livre da Síria. Nós transferimos as nossas doações para um amigo de Abdo que está a leste da fronteira turca. Apesar de ser caro, tem funcionado bem.

 

Agora que conseguimos pôr em dia as nossas tarefas atrasadas em termos de organização deste evento, aqui fica a nossa mensagem de agradecimento. Desculpem o atraso.

 

Cumprimentos sinceros,

 

P'la "Algarve pela Vida”

 

 

Liebe Freunde,

 

Nach dem Motto “besser spät als gar nicht” möchten wir uns bedanken, dass Sie mitgemacht haben bei

dem ARABISCHEN   ABEND    in Aljezur

am vergangenen 26. Juni, der von Campanha “Algarve pela Vida” organisiert wurde.

Dieser Event war als Fundraising geplant um den ALWAN Kindergarten in Idlib, Syrien zu unterstützen. 

 

Anbei finden Sie eine Auswahl von Fotos sowie zusätzliche Information, die wir von Claudia Schwarzer bekommen haben, die ja die Führung des Ribât da Arrifana übernommen hat.

 

Wir möchten Ihnen ganz besonders für Ihre Großzügigkeit danken und Ihnen das erfreuliche Ergebnis mitteilen.

 

Wir  haben  insgesamt  1.653,05 €  Spenden  für  den  ALWAN  Kindergarten  erhalten:

 

390 € für das Fingerfood (78 Miniteller)

80,05 € für Getränkespenden

583 € für das Konzert

600 € durch private Spenden

 

Dieser Betrag wird helfen, dass der Kindergarten in dem vom Krieg umgebenen Gebiet

momentan weitergeführt werden kann.

 

Für diejenigen von Ihnen, die das Projekt vielleicht noch nicht kennen, noch etwas zusätzliche Information:

 

Der vor zwei Jahren von Abdo Morie, einem 27 jährigen syrischen Englisch-Lehrer mit sechs Kollegen gegründete, freie Kindergarten betreut zur Zeit hundertvierzig Kinder, vielfach Halbwaisen und Kinder inner-syrischer Flüchtlinge, die auch auf die Schulspeisung angewiesen sind. Gehälter erhalten Abdo und seine Kollegen weder von einem Ministerium und noch von sonstigen syrischen Institutionen. So geht es den Lehrkräften, auch an anderen, viel größeren Schulen am Ort. Man ist also, solange der Bürgerkrieg andauert, auf Spenden aus dem Ausland angewiesen.    

 

Idlib befindet sich in dem von der Freien Syrischen Armee kontrollierten Gebiet, unweit der türkischen Grenze und der zur Zeit umkämpften,  zweitgrößten syrischen Stadt, Aleppo. Wir transferieren unsere Spenden  an einen Freund Abo´s auf der osttürkischen Seite der Grenze. Das ist zwar teuer, aber klappt bisher ganz gut.

 

Wegen der Organisation dieses Events sind andere Arbeiten liegen geblieben,

deswegen kommt unser Dankeschön an Sie mit einiger Verspätung. Wir bitten um Nachsicht. 

 

Herzliche Grüsse,

 

Raban von Mentzingen, Teresa Teófilo, Fernando Ildefonso, Berenike Jacob, Michaela Preiss, Helena Boissel & Walter Göbel

Campanha "Algarve pela Vida"

facebook: https://www.facebook.com/groups/693345850802527/

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

«Algarve pela Vida» promove Tarde Árabe em Aljezur para ajudar jardim de infância na Síria

 

Programa:
17h00 – Visita guiada ao Rîbat da Arrifana
18h30 – Concerto com Eduardo Ramos no Castelo de Aljezur
20h30 – Petiscos Árabes e projeção de filme, em colaboração com a Tertúlia

Uma visita guiada ao Rîbat da Arrifana, um concerto com Eduardo Ramos no Castelo de Aljezur, e ainda petiscos árabes e projeção de um filme, em colaboração com a Tertúlia, no âmbito do projeto “Conversas sobre Cinema”, são as atividades previstas para a Tarde Árabe, que terá lugar no domingo, 26 de Junho, em Aljezur.

O objetivo é angariar fundos para ajudar o Jardim de Infância Alwan, uma pequena escola situada em Idlib, na Síria (a 86 quilómetros de Aleppo e 40 quilómetros da fronteira turca) e que acolhe crianças deslocadas pela guerra para garantir alguma dignidade e normalidade. Trata-se de uma iniciativa da responsabilidade dos promotores da Campanha “Algarve pela Vida”.

«Após a chegada do nosso contentor a Lesbos, junto dos nossos parceiros RefuGEN e PIKPA Village, fomos contactados pelo grupo “A Solidariedade Não Conhece Fronteiras” para colaborarmos no esforço de ajuda ao Jardim de Infância Alwan», explicam.

Abdo Morie, 27 anos, é o diretor e tem neste momento a seu cargo mais de 100 alunos, entre 1 e 6 anos de idade, «crianças vítimas de uma guerra atroz e implacável». Toda a equipa de sete professores e funcionários «trabalha em regime de voluntariado há mais de um ano e, como facilmente se pode imaginar, enfrentam um cenário permanente de insegurança e lacunas constantes dos bens mais básicos».

«Mal confirmámos todas as despesas relativas ao transporte do contentor para Lesbos, decidimos com rapidez fazer um donativo para a Alwan com as verbas restantes da campanha que totalizaram o valor de 400 euros. Concordámos então em iniciar uma nova campanha de angariação de fundos monetários para ajudar a Alwan até finais de junho», explica ainda a Campanha “Algarve pela Vida”, que assim entra numa nova fase para dinamizar a angariação de fundos e igualmente promover o diálogo e conhecimento sobre a Cultura Islâmica.

A Tarde Árabe que terá lugar no próximo domingo, em Aljezur, tem uma «abordagem criadora de empatia, face à tragédia dos refugiados Sírios». «Consideramos importante não só a criação de empatia, junto dos cidadãos portugueses, para com o drama dos refugiados e da população síria que vive em estado de guerra, mas também envolver as instituições e associações neste esforço de proximidade intercultural», acrescentam os responsáveis pela campanha.

Uma vez mais, a Campanha “Algarve pela Vida” conta com a «colaboração voluntariosa» da Cruz Vermelha de Lagos, que voltou a disponibilizar a sua conta bancária para receber e movimentar os donativos, bem como inúmeras parcerias institucionais, entre as quais se destacam a Delegação Regional da Cultura do Algarve, a Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur, a Câmara Municipal de Aljezur e Bombeiros Voluntários de Aljezur.

 
 
 
 
 
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die Autorin 
 
 
die Autorin erzählt
 
 
 
 
nach der guten Geistigen-Nahrung gab es auch was für den Gaumen
 
obwohl ich schon über 30 jahre hier zuhause bin habe ich noch so einiges bei der guten Lesung erfahren oder an einige dinge die einfach aus dem alltag hier in Portugal verschwunden sind erinnern ... herzlichen Dank an die Autorin Catrin George
 
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Samstag den 09. 01. 2016 um 16:00h

das im Januar bei Tertulia gehaltene Referat zum Thema

Klimakatastrophe oder Katatstrophenklima?

Ist nun im Internet aufrufbar unter

www.katastrophenklima.de

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2015

Samstag den 13. 10. 2015 um 16:00h

Die Lesung mit der Autorin Bridget Nash aus Nürnberg war ein voller Erfolg. Selbstbewusst, mit strahlenden Augen, stellte sich eine Autorin vor, deren Kriminalromane wirklich leben, so dass sie mit der ausdrucksstarken Lesung alle Zuhörer in ihren Bann zog. Die handelnden Personen konnten wir uns lebhaft vorstellen dank des unterschiedlichen stimmlichen Ausdrucks, der uns auch zum Schmunzeln brachte, und der sehr guten Beschreibung.

Danke, liebe Bridget, wir erwarten mit Spannung Deinen nächsten Krimi!

Danke auch Beren Jacob, die uns in der Bibliteca Aljezur mit Kaffee und kleinen Naschereien verwöhnte. Jetzt dürfen wir uns auf den kommenden Termin Mitte November freuen.

© Sylke Wegener

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Freitag den 05. 06. 2015 ab 18:00h

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Freitag den 05. 06. 2015 ab 18:00h

Jede/r der Lust hast zum schreiben ist herzlich Eingeladen

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Freitag den 29.05.2015 ab 19:30h

meinen herzlichen Dank an Rechtsanwalt Dr. Alexander Rathenau, aus Lagos, der die vielen Fragen, wie z.B. brauche ich die grüne (auto) Versicherungskarte oder darf ich auf ein unbebautem Land ein kleines Haus bauen oder einen Wohnwagen hinstellen,   aus dem Publikum mit Geduld und ein bisschen Humor beantwortet. Danke auch an das Publikum, ohne Euch kann keine Veranstaltung gelingen.

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der Vortrag kann unter:
 
nachgelesen werden
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Fili mi Absolom - Lesung und Talk mit Ralph Roger Glöckler am 27.02.

 
Manchmal kommt es vor, dass die Intensität eines Momente so dicht ist, dass anderes völlig in Vergessenheit gerät, zum Beispiel fotografieren. Der Besuch von Schriftsteller und Dichter Ralph Roger Glöckler, als KulturPunkt-Gast am 27.02. in der Biblioteca Aljezur, war ein solcher Moment.
Unsere Zuhörer tauchten mit ab in die schriftstellerische Denkwelt, ein biblisches Thema aus dem Alten Testament, sprachlich und örtlich umzusetzen in die Gegenwart des Dritten Jahrtausends, und wie es dem Autor gelang, seinen Prosaisch fest mit Metaphern verwebten Stil in die Geschichte einzuweben.

Das Publikum genoss zurückgelehnt mit geschlossenen Augen und gefalteten Händen über dem Leib die von Ralph vorgetragenen Leseproben, und wachte auf aus seinem lauschenden Trancezustand, als Ralph einfach mitten im Satz aufhörte zu lesen, und sich für das Zuhören bedankte. Er wurde für seine Mühe belohnt mit einem einstimmigen,    "Oh, schon zu Ende?"
Gibt es ein weicheres Lob für einen Schaffenden?
 
Zwei Fotos haben wir doch gemacht, eines von uns gemeinsam, vor der Lesung auf der Klippe von Arrifana an der Westküste, und eines nach der Lesung, als Ralph mit großem Appetit seinen Bacalhau Milfeuilles, verspeiste.
 
Vielen Dank an Berenike Jacob, die wieder einmal die Biblioteca Aljezur, mit Hilfe von Sohn Carlos, in einen gemütlichen und kuschelig warm beheizten Lesesaal verwandelt hat, und es leckere Canapés zu naschen gab.
Lieben Dank an das Publikum, das sich hat hinreißen lassen zu einer Reise hinein in                                                      das Innenleben eines Autors.
 
Und Danke an unseren Gast, Ralph Roger Glöckler, der mir die Aufgabe eine Lesung für ihn zu organisieren und zu moderieren, anvertraut hat.

Ralph Roger Glöckler, Catrin George und ich möchten Sie, zur ersten Lesung in diesem Jahr, in den beheizten Raum der BibliotecaAljezur von der Tertúlia, herzlich Begrüssen

anbei die Einladung und einige Infos

herzliche Grüsse Berenike Jacob

Autoren-Lesung & Talk mit Ralph Roger Glöckler bei KulturPunkt

Der Schriftsteller, und Dichter, Ralph Roger Glöckler, nimmt uns Leser in seinem neuen Buch „Tamar“ mit in die Bibelgeschichte, und weit zurück zum zweiten Buch Samuels, und der Tragödie zwischen Vater David, seinen ungleichen Söhnen Amnon, und Absolom, und der Tochter Tamar. Glöckler katapultiert das Drama um Brudermord und Schwesternmißbrauch mit stilistisch sicherer Hand ins dritte Jahrtausend, und mitten hinein in die Hochfinanzwelt von Frankfurt, und New York. Gebannt vom ersten Kapitel an, bangt der Leser mit Tamar, was alles geschehen muss, bis die Schuld an ihrer Seele gesühnt ist. Glöckler greift in seinem Buch gleich mehrere Tabuthemen auf, die die heutige Gesellschaft in vielschichtiger Form beschäftigen, zu häufig einfach beschwiegen werden, und stellt dem Leser Fragen an das eventuell eigene Schweigen. Dazu bedient  sich der Autor verschiedener Metapher, die er in einem Parallelstrom  mit in die Geschehnisse webt. Die Figuren in seinem Buch passen literarisch brillant skizziert zusammen, und geben der Geschichte immer noch mehr Tempo, bis das Finale, das Buch, und den Fluch, zu Ende bringt. Scheinbar!, denn die Tragödie passiert weiter, oftmals genau vor unseren Augen in unmittelbarer Nachbarschaft. Ein Buch, das aufrüttelt, genauer hinzusehen. KulturPunkt mit Catrin George, heißen Ralph Roger Glöckler am 27. Februar in der Biblioteca Aljezur, in Aljezur, herzlich willkommen, zur Autoren-Lesung mit Talk und Diskussion.

27.02.19.30 UhrBiblioteca Aljezur, Aljezur, 6€ Eintritt inkl. Erfrischungsgetränk. Mob 00351-969052712

Ralph Roger Glöckler im Interview mit Catrin George: http://www.catringeorge.blogspot.pt/

© Catrin Georgex 

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Im Andenken an Charlie Hebdo, und alle anderen Opfer ...

... die in den vergangenen Tagen in Frankreich ihr Leben verloren haben:

WIR SCHREIBEN WEITER !

 

 

 

 

 

 

 

Berenike, Horst, Ariane, Sylke und Catrin und auch Raban

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

 
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2 0 1 4

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am 06. Dez.  ab 16h

Nikolaus 2014 beim Lesenachmittag in Aljezur

Beim gestrigen Nikolaus-Lesenachmittag bei Kulturpunkt in der Biblioteca Aljezur, wurde die Runde Zuhörer, immer größer, der Kuchen immer weniger, und die Stimmung immer noch besser. Catrin George, Doris Wroblewski, Ariane Jaya, und Sylke Wegener, sorgten mit Geschichten und Einlagen, zu den Themen: "Gegen Rechts", Fußballfieber, Toleranz, Poesie, und Autismus, für ein gemischtes Programm, das am Schluss singend, und mit Percussion, seinen Höhepunkt guter Laune fand. 
Nachdenklich, beschenkt, und fröhlich, gingen wir nach Hause. 
Danke an die Akteure, und an das Publikum. Herzliche Grüße mit besten Wünschen für einen schönen zweiten Advent allerseits, Ihre Catrin George.

 

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

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wie Pönix aus der Asche…      

wie Dornröschen nach dem 100 jährigen schlaf…           

so wünschen wir uns

ein    NEUERWACHEN    von Tertúlia

http://tertulia-aljezur.blogspot.pt/

 

ein liebes Hallo an ALLE,

wir möchten Sie

gerne

E I N L A D E N

und zwar am Freitag den 07.Nov. 2014 um 17h

in den Räumen von Tertúlia in Aljezur.

(Tertúlia finden Sie in der Altstadt von Aljezur Rua Lisboa unterhalb des Museums, gegenüber der kleinen Bäckerei).

 

Wir, das sind, Conceição, Susana, Eva und Berenike, sind heute ein noch sehr kleines Team  ehrenamtlich Engagierten. Dennoch werben wir um weitere Interessenten und Mitmacher, die das Gesicht der “neuen” Tertúlia mit prägen wollen und damit Teil eines ungewöhnlichen Projekts werden.

So zum beispiel möchten die Assosiação Tertúli sich vergrössern und die Orte Odeceixe, Maria Vinagre, Rogil, Carrapateira, etc…mit da zu nehmen.             

Und wir möchten Ihnen gerne unsere Ideen für das Jahr 2015 vorstellen.                                                                                         

Dafür brauchen wir noch Verstärkung, übrigens: Alter und Erfahrung spielen nicht die entscheidende Rolle. Mitmachen steht an erster Stelle.                                                          

Darum freuen wir uns wenn Sie / Ihr / Du auf diese Ankündigung antwortet und Ihre/Dein  Kommen für     

Freitag den 07.Nov. 2014

zusagst oder bitte kurz absagt.

Für das leibliche Wohl ist gesorgt…

mit vielen lieben Grüssen      

das Team von Tertúlia + BibliotecaAljezur

eine kurze Erklärung was genau Tertúlia ist:

der Verein Tertúlia ist sei 16.01.2003  ein eingetragener Verein der sich zur Aufgabe gemacht hat in dem Ort und dem Umland von Aljezur,  Cultur-Sport-und andere-Veranstaltungen zu organizieren, umzusetzen und auch für Ideen Aller Mitmenschen offen zu sein. Der Verein Tertúlia ist gegründet worden und hat von der Gemeinde kostenlos einen Raum, in der Altstadt von Aljezur in der Strasse: Rua de Lisboa, bekommen, um dort unter anderem ein Büro einzurichten. Dort befindet sich auch die Bücherei. Desweiteren hat der  Verein von der Gemeinde  für das Projekt Borboletras=Schmetterlinge die stillgelegten Schule Barranco da Vaca, bekommen. Das Projekt Borboletras wurde dort ins Leben gerufen im Jahr 2009 und gibt Kindern 2x in der Woche, unter geschulter Aufsicht, die Möglichkeit, zum spielen, basteln, andere Sprachen zu lernen und vieles mehr, eben das was Kindern freude macht…

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Freitag den 31. Oktober 2014 ab 20h

 
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Freitag den 03. Oktober 2014 ab 18h

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Samstag den 27.09.2014

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Samtag den 06. September 2014 ab 19h

Im September begrüßen wir die KriminalromanautorIn

Kerstin Lange

nun zum zweiten Mal.

Dieses Jahr im Gepäck mit dabei, präsentiert sie uns ihren aktuellen Kriminalroman "Stromschwimmer", im EMONS Verlag publiziert, und erzählt von ihrem künftigen Buch-Projekt.

Viel mehr wird hier noch nicht verraten.

Stromschwimmer – zum Inhalt:

Ein Selbstmord am Völkerschlachtdenkmal in Leipzig.

Ein toter stadtbekannter Arzt.

Ein fast pensionierter Kommissar.

Eine junge Frau auf der Suche nach ihren familiären Wurzeln.

Was diese Personen miteinander verbindet, verwebt die AutorIn auf einfühlsam kriminelle, und unterhaltsam spannende Art und Weise. Von Seite zu Seite zieht sie den Lesenden tiefer in den Sog ihrer mörderischen Geschichte rund um obskure Machenschaften im Leistungssport in der ehemaligen DDR.

Ihre Protagonisten gewinnen fein dosiert und steigernd an Gestalt, und es gelingt der AutorIn bis zur letzten Seite, immer wieder Überraschungsmomente zu erschaffen, und hält die Spannung für den Lesenden somit geschickt auf zündelnder Flamme.

Autorenhomepage: Kerstin Lange http://www.kerstinlange.com/

6.09. Biblioteca ALJEZUR - Aljezur

Beginn: 19 Uhr - Eintritt 6 € inkl. Erfrischung

GPS Koordinaten: 37.319251, -8.803072

Rua de Lisboa-Aljezur

Info und Anmeldung bei Catrin George

Actividade cultural , turístico e cúlinario

Mob/sms 00351-969052712 / 963126449

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Samstag den 26.07 ab 20h

Mein Jerusalem 1982 - KulturPunkt in Aljezur am 26.07.

"Es ist 32 Jahre her, und doch halten die Eindrücke meiner Reise nach Jerusalem sich in meiner Erinnerung lebendig, als ob es erst gestern gewesen ist, als ich mit Göran auf dem Ölberg gesessen, und über die Stadt geblickt habe. Vieles ist seitdem geschehen, das meiste hat die Welt in Atem gehalten und oft erschüttert," beginnt Berenike Jacob zu erzählen.


Doch über die politisch militärischen Konflikte und die gegenwärtige Situation möchte Berenike gar nicht reden, höchstens im Anschluss nach ihrem eineinhalbstündigen Vortrag mit Powerpoointpräsentation persönlicher Eindrücke und Erinnerungen an Jerusalem 1982.

Der gedankliche Ausflug in die ewig geteilte Stadt mit all ihren Geheimnissen, war der Auftakt zu der neuen Vortragsreihe "Grenzerfahrungen" bei Kulturpunkt Algarve, Menschen auf die Bühne einzuladen, die nicht bloß ein paar Tage Urlaub in einem fernen Land, sondern eine kleine Spanne ihres Lebens Tür an Tür mit Menschen anderer Länder, Sprachen und Kulturkreisen, verbracht haben und uns, die Auditoria daran teilhaben lassen möchten. Sie sind eingeladen, als Akteur nach Terminabsprache, und jederzeit als Gast im Publikum.
Vielen Dank, liebe Berenike, dass Du uns mitgenommen hast zu der Stadt Deines Herzens und zu den Menschen die Dir soviel geschenkt haben, dass es Dich heute noch immer stärkt. Lieben Dank an unser Publikum, dass andächtig lauschend, Berenike auf ihrer Reise in die Erinnerung an 1982, gefolgt ist, und wir im Anschluss an Berenikes Vortrag noch eine sehr rege interaktive, und überaus konstruktive, Diskussion geführt haben über die vielen Aspekte in Jerusalem, und um Jerusalem herum.

 
 
"Grenzerfahrungen", eine die Sinne öffnende mentale Reise fort von Gewohntem, nahe, näher, ganz dicht an Fremdes. Kulturaustausch ungeschminkt.

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

KulturPunkt präsentiert "Grenzerfahrungen" 

Menschen, die eine Zeitspanne ihres Lebens in einem anderen Land gewohnt und gearbeitet haben, tragen einen umfassenden Erfahrungsschatz mit Erinnerungen an Ereignisse und Lebensabschnitte an diese Zeit im Herzen. Eindrücke, die unvergesslich bleiben. KulturPunkt begegnet solchen Menschen und lädt sie auf die Bühne ein, das Publikum an ihrem Erlebten in fernen Ländern und in anderen Kulturkreisen, teilhaben zu lassen.

Der Auftakt zur neuen KulturPunkt-Veranstaltungsreihe ist ein Powerpoint-Vortrag über Jerusalem: Mein Jerusalem 1982 – das Echo höre ich noch heute in meinem Herzen – sagt die Wahl-AljezurenserIn und BüchereibetreiberIn, Berenike Jacob, und erzählt von ihren persönlichen Erlebnissen aus Jerusalem im Jahr 1982.

Biblioteca Aljezur, Aljezur - 20 Uhr – Obolus 5 € mit Cafeteria

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Freitag den 04. Juli ab 18h

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Freitag den 27.Juni ab 19h

Im Fokus des Abends stehen zwei Literaten und zwei große Entdeckernamen der portugiesischen Entdeckerfahrten:

Ibn Battuta, islamischer Gelehrter und Reisender – portraitiert mit Dia Vortrag von Berenike Jacob    Ibn Battuta

Heinrich der Seefahrer – portraitiert von Sylke Wegener

Vasco da Gama – portraitiert von Horst Schäfer

Luís de Camões – portraitiert und gelesen von Catrin George

Was haben die Schriften von Ibn Battuta, mit Heinrich dem Seefahrer zu tun?

Wie hat Luís de Camões die Indienreise von Vasco de Gama in seinem Hohenlied “Die Lusíadas” literarisch aufbereitet?

Diese und mehr Fragen haben uns beschäftigt und wir laden Sie ein zu einer Gedankenreise in das Zeitalter der Entdeckung über den Seeweg in Neue Welten.

Am 27.06. machte das Publikum eine Reise durch drei Jahrhunderte Portugalgeschichte

Ibn Battuta, islamischer Gelehrter und Reisender war über zwanzig Jahre unentwegt unterwegs von Nordafrika über den mittleren Osten nach Indien und bis nach China, und legte über Land, Fluss und Meer im Vierzehnten Jahrhundert über 120000 Kilometer zurück, erklärte uns

Berenike Jacob

in ihrem Vortrag über diese faszinierende Persönlichkeit aus Tanger, Marokko.
Bei seinem Aufenthalt im andalusischen Granada, gelangten Aufzeichnungen und Überlieferungen auf die iberische Halbinsel und etwa Fünfzig Jahre später in die Hände des Infanten, Heinrich der Seefahrer.

Sofort inspiriert von den Reiseerfahrungen des arabischen Geehrten und noch mehr von den fernen Ländern und der Möglichkeit einen Seeweg dorthin zu finden und zu dokumentieren, dienten die Schriften mit den von Ibn Battuta zusammen getragenen geografischen Notizen seiner Reisen, dem Infante Heinrich der Seefahrer, als Vorlage für die portugiesischen Entdeckerfahrten, erzählte Catrin George. Sie erzählte weiter von Heinrich als Mensch, und von seinen Visonen, ließ aber gleichzeitig die unbestritten finanziellen Aspekte der Bemühungen die Welt zu erforschen und zu erobern, sowie den Beginn des Sklavenhandels zur Finanzierung der Expeditionen in neue Welten, dabei nicht außen vor. Immer weiter schickte Heinrich seine Navigatoren gen Süden, die nach und nach die afrikanische Westküste auf den ausgesandten Expeditionen eroberten, um das Kap der guten Hoffnung und entlang der ostafrikanischen Küste bis nach Indien.

Vasco da Gama erreichte Indien als erster Portugiesischer Navigator und ein Außenposten wurde dort errichtet.

Horst Schäfer

demonstrierte sehr anschaulich und nachvollziehbar, wie sich die portugiesischen Karavellenkapitäne die tückischen Windverhältnisse im südlichen Atlantik nach und nach zu Nutze machten, und wie sie das "Windloch" um die Kapverdischen Inseln herum, schafften "auszutricksen". Weiter erläuterte Horst Schäfer wie das damals genau ging mit dem vor dem Wind kreuzen, und welche Konstruktion der Segel, dafür nötig gewesen sind.

Catrin George

Der weltbekannte portugiesische Nationaldichter Luis de Camões, portraitiert und gelesen von Catrin George, basierte sein Lebenswerk "Os Lusíadas" nicht auf der eigenen Biografie im Krieg in Neuen Welten, sondern auf der Chronik des großen Navigators Vasco da Gama. Sein lyrisches Augenmerk konzentriert sich dabei auf den kleinen Soldaten, die Lusitanen, ausgesandt um Großes, zu leisten, größeres als der Mensch bisher gesehen hat, schreibt er. Camões behauptete von sich, gar kein Dichter zu sein, nur ein Erzählender, der berichte was er gesehen habe. Mit seinem Hohengesang gab er Portugal und seinem Volk ein Gesicht, das bis heute Gültigkeit hat.

Ein satter runder vielseitig interpretierter KulturPunkt Abend in der Biblioteca Aljezur, der zeigt, wie viel es über die portugiesische Historie und Literatur noch zu erfahren gibt.

Wir bleiben dran.

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

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Sonntagsmatinee am 15.Juni um 15h

Nachklang 15.06. Lyrische Nachmittagsmatinée mit Achim Wannicke

Um Punkt 15 Uhr war jeder Stuhl in der Biblioteca Aljezur besetzt. Lyrik am Nachmittag bei Kaffee und Kuchen, 36°C, und volles Haus. Die Zuhörer waren von Achim und seine Gedichten genauso wie von seinem Wesen, vom ersten Wort an gefesselt. Der "Großstadtschamane" versteht es ausgezeichnet durch Offenbarung eigener Grenzerfahrung mit Liebe Wut Verlust und Angst, transmittiert in seiner Texte, sein Publikum zu erreichen - und zu berühren.

Auf seine Bitte hin, habe ich sein Gedicht "Vatersegen", gewidmet seinem Sohn Gabriel Amaro zum 18. Geburtstag, ins portugiesische übertragen und nach ihm als Original vorgelesen, zum besten gegeben.

Lyrik schwingt, schwirrt, fesselt, klingt nach und lässt nicht mehr los. Je mehr Achim von sich und seiner Arbeit als Schaffender aber auch als Pädagoge sprach, je dichter wurde das Band zwischen ihm und seinen Zuhörern.

Er überzeugt weil er sein Gesicht nicht versteckt, kein Image nach außen trägt und sich nicht ängstlich zeigt, zu zeigen. Als Mensch, verwundbar und lern bereit, manchmal verzweifelt und traurig, und doch genauso oft lachend lebensfroh. Seine Selbstdarstellung ist echt, und seine Zuhörenden spüren was ihm am Herzen liegt in die Kunst, allen voran in Poesie und Lyrik, durch Intuition einzuhauchen.

Ohne Intuition sind wir nichts!

Achim nimmt jeden mit in seinen Erfahrungsraum und schafft somit gleichzeitig Raum, auch Gefühl zu zeigen. Es wurde gelacht, es wurde ein bisschen geweint. Und am Ende waren wir einfach nur satt und ausgefüllt und ganz still mitten im Genuss von soviel Nähe zwischen fremden Menschen, ausgelöst durch einen einzigen unter uns.

Bitte nicht stören! Lasst uns den Moment auskosten, bitte keine Profanitäten, Banalitäten, Alltäglichkeiten.

Einen kleinen Moment innehalten.

Eine wunderbare und unerwartete Erfahrung, waren wir uns alle einig.
Lieber Achim Wannicke,
Kulturpunkt mit Catrin George,
Biblioteca Aljezur mit Berenike Jacob
aber allem voran dein Publikum
dankt dir für diesen wertvollen Nachmittag.

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

Donnerstag, 12. Juni 2014

Catrin George im "Fern"Gespräch mit dem Schriftsteller und Lyriker Achim Wannicke

 
foto: Eliza Kretzmer

Am Sonntag, 15. Juni, ist der Potsdamer "Dichter vom Babelsberg", Achim Wannicke zu Gast bei Kulturpunkt und Catrin George in der Biblioteca Aljezur, in Aljezur. Wir laden ein zu einer lyrischen Nachmittagsmatinee ab 15 Uhr - Obolus 5€.

Wie dicht kann dichten sein
und welche Rolle spielt Intuition für den Dichter?
Eine kritisch kreative Auseinandersetzung 
mit der Lyrik von heute


Achim Wannicke liest aus seinem Buch "Zeitenwäscherin" und

stellt sein Klang-Poesie-Projekt VOX-Omissa vor.

Autorenhomepage  Wannicke.de            VOX-Omissa
 

Catrin George stellt sieben Fragen an den freien Schriftsteller Achim Wannicke über die jüngst historische Entwicklung von Lyrik, und ihrer möglichen Zukunft.
 
- Achim Wannicke, der Dichter vom Babelsberg. Verrätst Du uns deine persönlichen Verschlingungen mit Lyrik und ihren verdichtenden Facetten?                                                                                                                              Ich schreibe seit etwa 40 Jahren und fast ausschließlich Gedichte. Gedichte wissen scheinbar am besten über mich Bescheid, weit mehr als ich von ihnen jemals wissen werde. Diese Sprach- und Sprechform ist mir zugetan, die anderen Gattungen fremdeln eher mit mir und ich mit ihnen. So darf es sein. Schon sehr früh habe ich gespürt, dass die Poesie sich für mich hervorragend eignet, die Dinge die mir bei Gefühlsaktiven Sondagen des Terrain meiner Erkenntnisinteressen entgegenkommen ( Sondage als orientierende Schürfung, übertragen aus der Archäologie) auch in meinen sprachlichen Ausdruck zu begleiten. In der Erziehungswissenschaft ( meiner akademischen Profession) wie in der Kinderpädagogik ( meiner Leidenschaft ), wie in der Poesie ( meiner Berufung ), geht es mir überwiegend um eine von mir so benannte "schwirrende Präzision". Nicht zu verwechseln mit Irrationalität, vorrationale Erlebnisformen, oder bloße Gefühlsduselei. Es geht mir um eine Transrationale Erkenntnisformen, auf der Höhe heutiger Wissensmöglichkeiten. Ich bin - um einen Ausdruck des Bewußtseinsphilosophen Ken Wilber zu bemühen - kein "spiritueller Flachlandbewohner". Mein Anliegen ist es, mit einer um Intuition und Empathie erweiterten Vernunft über sie hinauszukommen. Als nächster Schritt der Evolution. Notwendig.
- Wie dicht kann dichten sein?
Poesie ist die höchste Form der Sprach-Verdichtung die für den Menschen machbar ist. Seit circa 4000 Jahren unserer gewussten Geschichte, andere Stufen von Zivilisationen wie Atlantis oder Mu immer noch ablehnend, stößt sie dabei in ihren bewegendsten Formen nicht von ungefähr an die uralten Grenzen zu Tanz und Musik. In der dichtesten lyrischen Form, in der  die Seele berührenden Atmosphäre mit bereits leicht Tranceinduktiver Wirkung, berührt sie anthropologisch gesehen die kollektiven Tiefenschichten menschlichen Bewußt-Seins. Hier wirkt sie heilsam durch Teilhabe an etwas Größerem als das eigene Ich. Sie wirkt damit dienend ( Therapeutin ) im Bereich der Seelenarbeit ( mit jeweils zeitbezüglichen kulturellen Eigenheiten versehen) als Erfahrungswissen der Immunität gegen psychische Belastungen und Integrationshilfen erlittener Traumata. Kulturell ist dieses Wissen im Abendland systematisch abgedunkelt worden, belächelt, bekämpft und marginalisiert worden. Mit unübersehbaren Folgen, wie man, u.a., an der epidemischen Zunahme von depressiven Verstimmungen ablesen kann. Im übrigen „dient“ die massenhafte Verschreibung von Ritalin an Kinder, die mit vielerlei Symptomen auf diesen seelischen Notstand aufmerksam machen, keinesfalls deren Gesundsein. Sie werden „krank geschrieben“ von einer neurotischen Gesellschaft, ausgeliefert den partikularen Interessen einer skrupellosen Pharmaindustrie.
- In der Lyrik der Gegenwart ist eine Art Autismus erkennbar, es scheint, als bremse der Dichter mitten im Gefühl, oder schaffe es nicht seinen inneren Aggregatzustand in ausdrückende Worte zu kleiden, und zwar so, dass es den Leser/Zuhörer berührt. Für wie wichtig empfindest du es, dass sich Lesende/Zuhörer mit einem Dichter und seinen Werken identifizieren können.
Was nicht erfahren, erlebt und weiter erzählt wurde, kann in der Kunst auch schwer weiter entwickelt werden. Alles was mir im Leben wichtig war und ist, findet in der deutschen Nachkriegslyrik nicht statt. Lebensfrohsinn  (schon welch ein herausforderndes Wort angesichts gesellschaftlicher Tatsachen), Begeisterung, Faszination, wissende Körperlichkeit und nicht zuletzt das schiere Glück in der Begleitung von Kindern, kommt in der deutschen Lyrik schlicht nicht vor. Deutsche Verse sind weitestgehend frei von erweiterten Wahrscheinlichkeiten, von  schöpfender Wahr-nehmung und Wahr-gebung (und wo vorhanden, sind sie unerträglich dämlich in einem Simsalabim befangen, der anspruchsfrei ist und zurecht der akademischen Häme ausgesetzt). Das einiges davon sich dem ausgehungerten Publikum als wirksam erweist, zeigt wie entwöhnt der Leser/Hörer in diesem Bereich ist, das er auf WirrWahr hereinfällt und sich mit hohlem Eso-sprech zufrieden gibt. Dennoch, unser Gegenwartswissen um Energiebereiche zu erweitern, die mit „höherer Schwingung“ derzeit noch unzulänglich beschrieben sind, ist eben auch für Poeten eine ökologisch-spirituelle Herausforderung ersten Grades, um unser Überleben auf diesem Planeten nachhaltig zu erhalten. Die Sprache der Wissenschaft, der Journalistik und Medien, sowie auch die anderen Formen der Literatur ( Drama, Roman und Erzählung) haben unterschiedliche Aufgaben, welche die Lyrik nicht kann und daher auch nicht vorrangig übernehmen sollte. Die Lyrik kann singen, das sollte sie tun, sie kann bild- und gefühlsmächtig den Verstand zum Diener machen, nicht zum Herren, und sie kann im tiefsten Wesen berühren, also „gesund“ sein anregen ( ge sul – voll mit Seele) also heilsam sein. Wie eh und je. Hier mit langjährig erworbener Könnensbereitschaft ( die druidischen Filid - Sänger und Seher gleichermaßen - lernten 30 Jahre, bevor sie eine korrespondierende Teilhabe mit den Ohrenzeugen stiften durften !!!)  in einer Atmosphäre aus Resonanz und Einklang, Kunde zu geben von Wolken der Wahrscheinlichkeiten. Mit Erfahrung und Kenntnis zugewandt den hellen Schwestern ( Hellhören, Hellfühlen und Hellsehen ist ( wieder ) eine übende Aufgabe für Poeten im Zeitalter des Wassermanns. Ohne wenn und aber.
- Wie verhält sich der Bezug zwischen eigenem Empfinden und allgemeinem Zeitgeschehen in der Lyrik der zweiten Hälfte des zwanzigsten Jahrhunderts? Was hat sich verändert – oder und entwickelt?
Meine Arbeitsthese ist, dass nach den verheerenden Spät-Folgen zweier Weltkriege die deutsche Vers-Kunst - die ich am besten überblicken kann - sich von allen Belangen des Magischen, Mythischen, Transrationalen ( wie z.B. das schamanische Heil-Wissen es darstellt ! ) des imaginativ Ahnenden und Prophetischen - mit einem Wort der ergänzenden Möglichkeiten des menschlichen Bewußtseins - fast reflexartig abgewandt hat. Es gab, wie ich es nenne, eine Art "Seelen-Quarantäne" durchgängig in allen Künsten, sowie in der begleitenden Kritik und der wissenschaftlichen Theoriebildung in der die Gefühlsversehrten das Sagen hatten. Hier vor allem die Männer mit erkennbaren Folgen für die Sozialisation der nächsten zumindest zwei Generationen von Söhnen - die ihr Heil in der Ausblendung berührender Bewußtseinsmodi fanden; sie wollten nicht berührt werden, da der Schmerz im Herzen zu groß gewesen wäre. ( Die enorme Zahl der Herzinfarkte - und hier vor allem bei Männern- verweist m.E. nicht umsonst auf eine immense Verletzung des Herzens). Das heißt also konkret: Ich empfand und empfinde in der deutschen Nachkriegspoesie (und ihrer Poetik) einen eklatanten Mangel an BIOSOPHIE: an Liebe zum Leben. Es herrscht der kühle - und zumeist ironisch gebrochene Abstand zu den lebenswesentlichen Bereichen des Seins und ihrer Weitergabe an die nächste Generation. Die wuchs und wächst im geistigen Notstand auf, inmitten eines nie gekannten materiellen Wohlstands. Dieser tief empfundene Mangel an vorgelebten Werten eines gelingenden Lebens, wird mit leerlaufendem Konsum beschwichtigt. Unsere Kinder haben eine Empfindung das sie vom Leben nicht gemeint sind, das sie nicht genügen ohne aber zu wissen, was denn genügen könnte. Diese Leere wird von einer nicht unerheblichen Zahl von Jugendlichen mit dem verzweifelten Gebrauch von Drogen beantwortet, um wenigstens einen Teil vom Lebens-Traum zu erhaschen, den uns unsere Eltern, samt der von ihnen aufgebauten Erziehungsanstalten und der kulturellen Leitfantasien - und das gilt zumindest für den gesamten industriellen Westen - zumeist vorenthalten haben.
- Kann Dichter diese Distanz und Diskrepanz zwischen sich, und sich selbst, überspringen lernen um für sein Innerstes einen äußeren Ausdruck zu erschaffen? Welche Rolle spielt die Intuition hierbei?
Die Intuition und die Empathie sind scheue Rehe. Sie stehen in einem engen Zusammenhang mit der Entwicklung der Selbsterkenntnis, des Selbst -wert –gefühls und der Selbststeuerung. Genau das Lernen dieser emotionalen Kompetenzen, ihr Üben und kulturelles Einbetten, vernachlässigt unsere Gesellschaft, um das Mindeste zu sagen. Es gibt eine „musikalische Früherziehung“, warum gibt es keine „emotionale Früherziehung“; Räume und Zeiten zum Üben dieser lebensnotwendigen Kompetenzen  wichtiger als das Lernen von Chinesisch mit Dreijährigen, als neuestem Spleen der bürgerlichen Mittelschicht, die Sorge um die Zukunftschancen ihres Nachwuchses hat !!) Nicht das die Poesie hier ein Privileg hätte im Umgang mit dem Aufmachen und Aufhalten dieser Empfindungs-Räume, sie teilt diese mit vielen anderen Zugangsarten ( wie z.B. dem Singen und Tanzen – siehe das gelungene Projekt von Sir Simon Rattle mit Schülern in Berlin), aber sie ist der abgedrängteste Teil des Menschheitswissens um Seelenzustände, da es im Deutschunterricht quälend kognitiv weitergegeben wird, aus jedem lebendigen Zusammenhang gerissen und dem normalen Menschen daher völlig abgehoben und weit weg von seinen Fragen an den Sinn des Lebens. Kurzum, es braucht Dichter, die auf ihrem Lebensweg selbst Erfahrung mit erweiterten Bewußtseinszuständen gesammelt zu haben  ( nicht nur angelesen ) sie mit „Meistern“ zu reflektieren und am allerwichtigsten: sie in ihrem Lebensalltag spürbar integriert zu haben und erkennbar vorzuleben. Nur dann hat solch eine Dichtung eine Chance existentiell zu berühren und den Ohrenzeugen zu eigenem Handeln zu bewegen.
- Existieren neben mentalen und spirituellen Ansätzen auch stilistische  Werkzeuge zur Neubindung zwischen Erlebtem und Erdachtem?
Eine zeitgemäße Poetik des Bewußtseinserweiternden Handelns steht aus. Die vorhandenen Poetiken des Abendlandes – inklusive der neueren Datums – sind auf ihre Tauglichkeit diesbezüglich zu überprüfen und zu erweitern. Dies geschieht meines Wissens noch kaum, und wo, ist es ein Ansatz der sich noch nicht in sichtbare Bereiche vorgeschoben hat. Wenn ich es richtig sehe, sind hier die diskursiven Ansätze bei einer Neuausrichtung eines tentativen „Fühl-Wissens“ vom Tanz am weitesten fortgeschritten. Aber ich mag mich irren, vielleicht gibt es auch neue spekulative Ansätze in der Musik; in der Literatur steht solch eine Neu-Besinnung – auch international - jedenfalls aus. (Octavio Paz war meines Wissens der letzte Poet, der sich hier um die Reflexion transrationaler Poetik verdient gemacht hat – in den 60er Jahren des letzten Jahrhunderts). Derzeit in der Praxis am weitesten fortgeschritten sind hier Projekte, wo sich die bislang streng getrennten Bereiche von Sprache, Musik, Tanz und Bildern zu einer neuen Synthese aufgemacht haben. Multimediale Performance als zeitgemäßes Handwerkszeug zur bewußtseinserweiternden Arbeit mit den menschlichen Möglichkeiten. Es ist noch zu früh, hier abschließende Bewertungen abzugeben. Was Hype Mode bleibt und eingeengt in die immer schneller wechselnden Moden einer Kunstwelt und was den Test der Zeit besteht, bleibt abzuwarten.
- Ich zitiere: Niemand kehrt heim an seinen Anfang – ich füge hinzu: Jeder begegnet sich auf seinem eigenen Weg mehrmals. Achim, wie und wann bist du dir zum ersten Mal selbst begegnet und wie wendest du diesen Zugang zu deinem Innersten in deinen Texten an? Kannst du uns ein Beispiel nennen?
Vatersegen !!! Dazu gibt es viel zu sagen, vielleicht ist es aber jetzt Zeit zu schweigen.
 
Herzlichen Dank für das Ferngespräch, lieber Achim Wannicke.
 
Bio Vita:
foto: Eliza Kretzmer
Achim Wannicke - Großstadtschamane
Nach dem Studium der Erziehungswissenschaft in Marburg und Wien leitete er ein bezirkliches Jugendzentrum in Berlin; 1990-2010 Direktor der KINDERAKADEMIE STERNTALER – ein pädagogisches Institut mit dem Ziel, Kinder in ihrer Resilienz zu stärken. Zudem langjähriger Lehrbeauftragter an der FU-Berlin. Achims poetische Karriere begann 1982 mit der Publikation seines ersten Lyrikbandes „manchmal geborgen“ bei LUCHTERHAND; sein aktueller Band „Zeitenwäscherin“
erschien 2010 im Berliner APHAIA VERLAG. Mit Gedichten vertreten in Anthologien bei renommierten Verlagen (Suhrkamp, Fischer, Reclam,) und in Literaturzeitschriften (Akzente, Litfass), sowie im Rundfunk. Auszeichnungen: u.a. Schriftstellerstipendium des Kultusministeriums Brandenburg (2012), Döblin Stipendium der Akademie der Künste Berlin. Weiteres unter www. Wikipedia.de Poesie und Pädagogik haben sich über die Jahre glückhaft ergänzt, da der Arbeitsschwerpunkt in beiden Bereichen auf der Einübung in eine wissende Einbildungskraft liegt; auf einer wachen Anwesenheit in Atmosphären und Resonanzen, einer Erlebnisintensität mit schwebenden Aufmerksamkeiten. Die neue Arbeit zusammen mit Musikern im Projekt VOX ΩMISSA ist eine konsequente Fortführung dieser langjährig mit Kindern – fremden und eigenen - geübten Könnensbereitschaft, für anhebende Übergänge in nicht alltägliche Wirklichkeiten. POESIE ist für Achim dabei eine andere Kunst von Erkenntnis- und Wissensproduktion, gleichrangig den gelernten Formen aus Naturwissenschaft, Philosophie und Religion. Gespeist aus magischer Intuition, die uns lange als entbehrlich ausgeredet wurde, übt sie in sprachlichen Grenzgängen das Unerhörte, legt gequantelte Schneisen in die persönliche Hellfühligkeit. Begleitet durch musikalisches Schwirren gelingt es solcherart Sprechen in der Kultur ausgelöschtes Wissen zeitgemäß in Kraft zu setzen, immer nah am Herzen und nur dadurch dem Moment gewachsen.

 © Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

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Samstag den 31. Mai ab 19:30h

Das Publikum war gespannt auf Annegret Heinold und ihr Buch  "111 Gründe, Portugal zu lieben"

Die brennendste Frage lautete, für welche Gründe sich die AutorIn die seit dreißig Jahren in Portugal heimisch ist, wohl in ihrem Buch entschieden haben mag. 

Die Auswahl ist bunt und abwechslungsreich ausgefallen. 

Orte, Eigenheiten, Essen und trinken, Kultur und Sehenswürdigkeiten, und vieles mehr, aufgeteilt und zusammengefasst in 11 Kapitel á zehn Gründen, bündelt das Buch und zeichnet ein weiches und informatives Portrait über das Land am Ende von Europa. 

Es ist geeignet für Neuankömmlinge genauso wie für bereits hier Verwurzelte oder Wiederholungstäter. 

Jeder Leser wird neue Anregungen für Unternehmungen in Portugal finden, und andere, wieder finden, und am Ende sind sich AutorIn und Publikum einig, eigentlich reichen 111 Gründe gar nicht, das Lieblingsland so vieler Menschen zu beschreiben. 

Eine Fortsetzung kann jeder für sich im Herzen nach schreiben.

Als Moderatorin hat mir Annegrets` Offenheit sehr gut gefallen, genauso wie ihre spürbare intensive Verbundenheit zu Land und Leuten. Jede unserer Veranstaltungen ist ein bisschen anders verlaufen und es ist uns gelungen, das Publikum zu begeistern. Die Kiste Bücher war nach drei Lesungen wesentlich leichter als bei der Ankunft, und als es dann am Samstag Abend hieß Abschied zu nehmen, waren wir uns einig es gibt ein proxima vez.

Vielen Dank, liebe Annegret für Deinen Besuch, und für Dein Vertrauen.

in Aljezur wurde der Vortrag durch eine Diashow, zusammen gestellt von Berenike Jacob, untermalt.

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

Catrin George im “Fern”Gespräch mit der AutorIn.

- Annegret, AutorIn sind Sie erst seit einigen Jahren, davor haben Sie viele Jahre ein Hotel/Seminarhaus im Alentejo geführt. Wie kamen Sie zum Schreiben?                                                                                                                                                                          Geschichten und das Erzählen von Geschichten faszinieren mich, haben mich schon immer fasziniert. In der Tat habe ich schon als Kind davon geträumt zu schreiben, dachte aber immer, ich sollte damit warten, bis ich etwas erlebt habe. Und das habe ich ja jetzt ... denke ich doch ...

- Drei “Frauen” Romane haben Sie bisher geschrieben. Was steht im Mittelpunkt Ihrer Erzähllust?                                                

Im Mittelpunkt meiner Geschichten stehen – neben dem ewigen Thema Männer und Liebe – immer Frauen um die fünfzig, die sich noch einmal neu in ihrem Leben orientieren wollen oder müssen. Fünfzig ist ein interessantes Alter – gut die Hälfte des Lebens ist vorbei, die Endlichkeit wird spürbar (brutal gesagt: der Tod rückt näher) und das ist ein guter Zeitpunkt, Bilanz zu ziehen und wenn frau Glück hat auch gerade noch rechtzeitig, um noch mal etwas zu ändern, wenn sie das denn möchte.

- Wenn Sie auf Ihre Lebenszeit in Portugal zurückblicken, was sagen Sie hat sich in den dreißig Jahren verändert, und was nicht?

Diese Frage kann ich gar nicht kurz beantworten, so viel hat sich geändert. Aber hier ein Versuch: Portugal hat in dieser Zeit einen Zeitsprung von gut hundert Jahren gemacht: von Schiefertafel zu Tablet und von handschriftlicher Buchhaltung in schwarzen Büchern zu im Internet ausgestellten elektronischen Rechnungen. Damals hatte nur wenige Haushalte ein Telefon, heute hat jeder zwei Handys.

- Außer in Portugal, verbringen Sie viel Zeit in Kanada. Welche Affinität empfinden Sie für das weite Land und was erstaunt Sie am meisten im Vergleich der beiden Länder?

Beide Länder sind schöne Länder mit viel Lebensqualität. Der Unterschied? In Portugal gibt es eine jahr-hundertealte Kultur mit einem Alltagsleben, aus dem die Familie nicht wegzudenken ist. In Kanada ist eine grandiose Natur und eine Gesellschaft, die es jedem einfach macht, einzusteigen und mitzumachen.

- 111 Gründe, Portugal zu lieben. Haben die eigentlich gereicht? Wie trafen Sie Ihre Auswahl, um Themen und Umfang zu begrenzen?

Es ist ein unglaubliche Herausforderung ein Land in 111 Punkten einzufangen, und einigermaßen umfassend darzustellen. Ich hoffe, dass mir das gelungen ist, aber ich weiß natürlich, dass es im Grunde nicht möglich ist. Viel ist außen vor geblieben...

- Sie haben recherchiert, persönlich, in Archiven, Bibliotheken, vor Ort, und im Internet. Wer oder was hat Ihnen bei Ihren Recherchen noch geholfen? Können Sie ein Beispiel erzählen?

Eine schöne Nebenwirkung der Arbeit an den 111 Gründen war, dass ich entdeckt habe, wie gut mein soziales Netz ist. Nochmal ein dickes Dankeschön an alle! Ohne meine Freunde und Freundinnen hätte ich das Buch nicht schreiben können. Ein Freund von mir ist z.B. extra zur Festung in Sagres geradelt und hat Erkundigungen vor Ort eingezogen. Und eine nette Unbekannte hat mir nach einem Hilferuf über Couchsurfing den Spruch vom Busbahnhof in Porto geschickt, weil ich ihn nicht mehr genau erinnern konnte.

- Wenn Sie spontan sagen sollten, Annegret, Ihre Top 3 in Portugal?

Das ist ja noch schwieriger als 111 Gründe zu finden! Nein, im Ernst, das ist schwierig. Meine Top 3? Der höfliche Umgang, ganz eindeutig. Die Vielfalt des Landes, in der Natur, in der Kultur, im Alltagsleben. Und die Pastelarias – erstens, weil es sie wirklich an jeder Ecke gibt und zweitens wegen ihrer leckeren Kuchen.

Vielen Dank für das “Fern”Gespräch, liebe Annegret. Ich freue mich sehr auf unser Abenteuer Lesetour Algarve!

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

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Freitag den 09. Mai 2014 ab 19:30h

Was ist ein Gedicht?

Hanne Stalzer lud ihre Zuhörer ein zu lyrischen Betrachtungen in die Epochen der Literaturgeschichte in Portugal und in Deutschland. Jede Epoche wird verkörpert durch große Namen und jeder Name präsentiert ein ganz besonderes Gedicht, abwechselnd vorgetragen von Berenike Jacob und Catrin George.

Hanne Stalzer in Aktion: Vorbereitet von der ersten bis zur letzten Minute, nahm sie ihr Publikum mit auf eine Reise durch fünfhundert Jahre Gedichte und Poesie, Oden, Balladen, Limericks und Epos, in den Impressionismus, Renaissance, Barock und die Antike, immer im Wechsel zwischen Portugal und Deutschland.

Zwischen Goethe und Camões, zwischen Pessoa und Rilke, Kaschnitz, Bachmann und Espanca, pendelten Gedanken und Gefühle, verpackt in Poesie, hin und her. Manches wieder erkannt, manches zum ersten Mal gehört.

Für unseren SpezialGast Lúcia war der Abend eine Premiere. Lúcia las die portugiesischen Gedichte auf Portugiesisch vor. Ihre kraftvolle Stimme begeisterte und sie war am Ende nicht mehr ganz so nervös wie am Anfang, gab sie lachend zu.

Davor, dazwischen und danach gab es kleine Knabbereien und viele Gespräche.

Hanne Stalzer über sich: 

Geboren wurde ich in Erlangen bei Nürnberg. Nach dem Studium der Volkswirtschaftslehre in Freiburg widmete ich mich mit großer Freude der Kommunikation in einem international tätigen Unternehmen. Portugal besuchte ich seit 1994. Inzwischen lebe ich hier sehr gerne seit etwa fünf Jahren mehr oder weniger fest. Auf meinen langen Fahrten zwischen Deutschland und Portugal kam mir die Idee Gedichte zu verfassen. Mich fasziniert die Möglichkeit, große Themen in einem Gedicht in wenigen Versen zu komprimieren. Bei Bedarf lässt sich alles wieder aufrollen. In einer unserer Literatursitzungen kam es zu der Frage: was ist eigentlich ein Gedicht? Was zeichnet ein Gedicht aus? Ich erklärte mich bereit, dieses Thema aufzubereiten. Gleichzeitig hatte ich auch Lust, die Entwicklung der Lyrik aus Portugiesischer und Deutscher Sicht in den Epochen der Literaturgeschichte zu betrachten.

Catrin George, KULTURPUNKT, im „Ferngespräch“ mit Hanne Stalzer.

Liebe Hanne, gleich vorweg, ich freue mich sehr auf dich und deine Lyrische Betrachtungen. Das Thema lautet „Was ist ein Gedicht“. Was hat dich an dieser Überlegung bei deinen Recherchen am meisten gepackt?

Ich musste feststellen, dass es ganz schön kompliziert ist, Gedichte zu schreiben wenn man das alles ernst nimmt. Aber ich habe viel gelernt und konnte mein Wissen aufpeppeln.

Zwanzig Jahre Portugal als Besucherin im Urlaub  und die vergangenen Jahre rentnermäßig ansässig. Wie bist du zur portugiesischen Literatur, und speziell, Poesie und Lyrik gekommen? Gab es ein besonderes Erlebnis?

Unsere Treffen in der Bibliothek eröffneten und eröffnen mir so langsam den Zugang zur portugiesischen Literatur und hauptsächlich zur Lyrik.

Du sagst, auf deinen Fahrten zwischen Portugal und Deutschland, kam dir die Idee, selbst Gedichte zu verfassen. Kannst du dich an deine ersten Versuche erinnern? Hast du sie aufbewahrt?

Ja, eines Tages fuhr ich aus Spanien kommend über Evora Richtung Beja. Kurz hinter Evora hatten sie auf langer Strecke alle Bäume abgeschlagen. Hohe, alte Eukalyptusbäume, um die Straße zu verbreitern. Das hat mich total entsetzt und traurig gemacht und ich habe direkt ein Gedicht formuliert. Ich fahre dann immer an den Straßenrand, um alles sofort aufzuschreiben.

Gedanken und Gefühle komprimiert formulieren. Was reizt dich speziell an dieser Spielart der Literatur.

Ich habe oft festgestellt – häufig sind es persönliche Themen – dass mir Vieles durch den Kopf geht. Plötzlich formulieren sich die zahlreichen Gedanken und komprimieren sich in Versen und ich kann sie aufschreiben.

Gute Literatur zeichnet sich dadurch aus, dass wir als Leser uns mit Inhalt und Figuren identifizieren. Trotzdem kommt jeder Lesende den Figuren auf andere intime Art näher. Wenn du Gedichte schreibst, was passiert dann in dir? Suchst du beim Schreiben die Kommunikation mit deinen Lesern, oder eher mit dir selbst?

In erster Linie mit mir selbst. Dann habe ich die Dinge aus dem Kopf.

Eine letzte Frage, liebe Hanne. Inspiration, ein wichtiges Thema für jeden Kunstschaffenden. Verrätst du uns die Quelle deiner Inspiration, und was in dir passieren muss, damit deine Hand zum Stift greift.

Es sind Themen, die mich beschäftigen, private, sozialkritische, die allgemeine Verflachung etc.  – häufig arbeite ich dabei im Garten oder fahre lange Strecken und spreche laut  vor mich hin – dann laufe ich plötzlich los oder halte an, weil ich nun meine Gedanken aufschreiben muss. Dabei interessiert mich aber nur die Gedichtform.

Herzlichen Dank für das Ferngespräch, liebe Hanne.

Wir freuen uns auf dich und deine Lyrischen Betrachtungen und sind gespannt was du uns alles erzählen wirst. 

© Catrin George  http://www.catringeorge.blogspot.pt/

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Freitag 25. 04. 2014 ab 19:30h

VERFASSUNG - VERBANNTE WORTE - VERÄNDERUNGEN

                                                                                   TORBEN STEINHAUER, CATRIN GEORGE, BERENIKE JACOB 

CATRIN GEORGE referiert über PIDE, Staatsterror und Befreiung mit, und durch, einst Verbannte Worte und stellt den Schriftsteller und Lyriker Miguel Torga, und den Liedermacher Zeca Afonso vor. Beide Künstler Opfer jahrelanger Verfolgung durch die PIDE, und belegt mit Zensur.

TORBEN STEINHAUER referiert über die portugiesische Verfassung und ihre Veränderungen im Laufe der geschichtlichen Umwälzungen in Portugal im vergangenen Jahrhundert.

so sah sich Portugal vor 1974

Regen Austausch mit dem Referenten TORBEN STEINHAUER


Zum Ende erzählte BERENIKE JACOB von Aljezurenser Nachbarn und Bekannten von ihren persönlichen Eindrücken und Erlebnissen am Tag des 25. April und den Tagen/Jahren danach.

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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Freitag 04. 04. 2014 ab 18h

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Samstag den 29.03.2014 ab 16h

Immer wieder kamen neue Besucher, um Berenike Jacob zum zweijährigen Bestehen ihrer Bücherei, der Biblioteca Aljezur, zu gratulieren und sich für die Mühe die sich Berenike mit ihrer Bücherei macht, zu bedanken.
Zwei Jahre, 2500 Bücher, 80 Mitglieder erzählt Berenike stolz und strahlt über das ganze Gesicht.
Den gesamten Nachmittag lang gaben sich Besucher die Klinke in die Hand. Ein reger Austausch fand statt, zwischendurch Lesungen einzelner Gedichte und Kurzgeschichten, sowie Märchenerzählungen, auf Deutsch und auf Portugiesisch.
Bei Streuselkuchen, Quarkkuchen, Tee und Kaffee kamen sich alle ein Stück näher, Sprachbarrieren wurden durchbrochen und viel Spaß und Konversation geteilt. Ein bunter harmonischer Nachmittag als Spiegel für Berenikes Bestreben Menschen die gerne lesen und darüber reden, zusammen zu bringen, und eine beglückende Belohnung für ihre Bemühungen die BibliotecaAljezur ins Leben zu rufen und bekannt zu machen.
Wir wünschen Berenike alles alles Gute für das dritte Jahr und sagen Danke, Berenike!

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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07.03.2014 ab 18h

Julia, Ariane, Catrin, (oben Mitte) Berenike, Hanne, Conceição, Miriam, Sylke,
warten auf Horst. Dann ging es los.
Integration stand als Thema im Raum. Was bedeutet Integration zwischenmenschlich betrachtet, für den Einzelnen, in der Gruppe, für die Gegenwart und die Zukunft. Wo begegnen wir noch Integration? In der Konstruktion, Mechanik, und Spiritualität. In der Lehre um Benimm und Etikette. In der Frage des Kulturverständnis? Die Bedeutungen häufen sich, je konzentrierter wir eingelaufene Denktrampelpfade verlassen. Sprache war ein großes Thema, Identität ein anderes und das breite Spektrum der Toleranz und ihrer Grenzen. Zwei intensive Stunden mit Meinungsaustausch und Vorlesen eigener Gedanken oder Gedichte zum Oberthema Integration. Spannende Ansätze und Umsetzungen, neun verschiedene Perspektiven und Herangehensweisen an das Thema.
Das neue Thema zum nächsten Treffen lautet: Warum bin ich ausgewandert?
Die Umsetzung bleibt variabel und kann Autobiographisch oder als Märchen, lyrisch oder humoristisch umgesetzt werden, oder in ganz anderer kreativer Form behandelt werden, vielleicht als Musikstück oder Fotocollage...

7 Frauen warten auf Horst...

 © Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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28.Februar ab 19h

trio de poema: Catrin George e Piedade Silves e Ariane Jaya

und das Puplikum lauscht

und zwei port. Zuhörer

JA ... das musste auch sein...

vielen lieben HERZLICHEN DANK

an

Catrin George und Piedade Silves sowie Ariane Jaya für den gelungen Abend

und natürlich vielen vielen L I E B E N   DANK an das Puplikum

Wer war Fernando Pessoa?, fragten bereits viele Autoren und Journalisten, in etlichen Publikationen, Reportagen und Essays. Nur eine Antwort auf diese Frage zu suchen wäre unvollständig - und seines Talents nicht gerecht. Erklären möchten wir Pessoa nicht, aber porträtieren:
 

Volles Haus in der Biblioteca Aljezur

Eine Facette des literarischen Genies und seiner multifarcialen Persönlichkeit kommen in einer Sammlung Privatkorrespondenz zwischen Pessoa und seiner heimlichen Angebeteten Ofélia de Queiroz,                                          

"Briefe an die Braut"   

zum Ausdruck.
Piedade Silva las die "Cartas de Amor" auf Portugiesisch
.

 

 

Ariane Jaya 

Catrin George las "Briefe an die Braut" auf Deutsch.
Ariane Jaya sorgte für harmonische musikalische Untermalung mit ihrer Gitarre und eigenen                                                                                                                                                           Inter-pretationen.

Vielen Dank an das Publikum für Ihr Kommen!

 

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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Samstag den 25.01 ab 19h

 

Das neue Jahr in der Biblioteca Aljezur bei Berenike Jacob hat am 25.01. Januar mit dem ersten 2014 Kulturpunkt inhaltlich dort angeknüpft, wo wir im Dezember 2013 aufgehört haben. Buntes Programm, verschiedene Gäste, Themen querbeet und gerne auch kontrovers.
Begonnen hat der Abend mit dem Thema Tierschutz und Tierschützerin Monika Haucke-Benn, geendet hat der Abend mit der Präsentation eines Projektes Pro Umweltschutz und gegen Plastik an Strand und im Meer, von Raban von Mentzingen.                                     

Fabelgeschichten aus Mali von Sylke Wegener und einer Gaunergeschichte von Catrin George rundeten das Programm ab.

Monika Benn-Hauke im Austausch mit Catrin George und ihrem Puplikum

Sylke Wegener mit ihrem Puplikum das gespannt zuhört...

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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zum Jahres - Abschluss:

musikalische Krimilesung mit Chanson & Musik 

"Mordsträume" - Krimigeschichten und Chanson mit Live-Musik

Bitterböse Krimigeschichten, zartsüße Weihnachtsmannverführungen, und hinreißend morbide Scheidungs-angelegenheiten, im Wechsel gelesen und gesungen und untermalt mit Gitarrenklang, machten die beiden Auftritte von AutorIn Regina Schleheck mit dem Künstler-Duo Jutta & Thomas Wilbertz am  29.12. in der Biblioteca Aljezur, zu einem außerordentlich unterhaltsamen Kleinkunst-Genuss.
            Mit gekonnt dosierten Nuancen Ironie, Charme und Pistole, überraschte jede Geschichte und jeder Chanson das Publikum erneut.
Regina Schleheck entführte ihre Zuhörer zunächst in eine Erzählung steinharter Zimtsternekrümel und ihrer weitreichenden Verstrickungen, und anschließend in die sinnlich süße Welt einer Single-Frau im besten Alter  und den erotischen Versuchungen von Schokoladenkuvertüre.
Jutta Wilbertz offenbarte in den Texten ihrer kabarettistisch aufbereiteten Chansons dem Publikum ihre heimliche Lust auf Hähnchenbrust und Haifischgetümmel, ihre Abneigung gegen Sauerteig,  und wie man elegant und endgültig impertinente Nebenbuhlerinnen beseitigt.
Thomas Wilbertz begleitete die mörderisch bissigen Texte seiner Frau Jutta auf der Gitarre mit sanften Schlagermelodien und Weihnachtsmusik.

             

                             Wilbertz & Wilbertz          &  Regina Schleheck

Publikum Biblioteca Aljezur

                         

      Jutta Wilbertz & Thomas Wilbertz

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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Es gibt ein nächstes Mal, im neuen Jahr!

Rückblick - Reflektion - randvoll mit Ideen -  ein kurzes und doch passendes Resümé unseres Treffens am Nikolaus Tag zum legeren Austausch rund um Bücher, Lesen und Projektideen.
Leger wurde es erst zum Ende hin. Zuerst haben wir ausgiebig diskutiert und gründlich reflektiert über zehn Monate Kulturpunkt in Aljezur, Schreibpassionierte am runden Tisch und Ideen für 2014. 
Kreativ Pool mit Begeisterung, konstruktiver Kritik, und frischen Impulsen.
Genauso können wir weiter machen und es sieht ganz danach aus dass wir es auch tun werden. 
Kulturpunkt - Catrin George sagt Danke zu Berenike Jacob, Biblioteca Aljezur, Sylke Wegener, MärchenautorIn, Doris Wroblewski, Azidosetherapie und Fachjournalistin, Julia, ihre Freundin, Ariana Jaya, Mantra-Chanting und Narbentherapie, Hanne Stalzer, GedichtschreiberIn, und Raban von Mentzingen, Kurzgeschichtenautor, und Danke all den anderen, die dieses Mal keine Zeit fanden mit dabei zu sein.

© Catrin George     http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/
 

am 06.12. treffen sich die PublizistInnen in der Bücherei ab 18h

 

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23.11. Kulturpunkt Kunterbunt in der Biblioteca Aljezur

 
am Samstag, 23. November um 19:00 Uhr
 
 

Ein kleines Resümé über den 23.11. und Kulturpunkt Kunterbunt in der Biblioteca Aljezur

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Freitag. 01.Nov. 2013 ab 18h !!!

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Freitag den 18.10.2013 um 20h

Im Oktober war der Autor Dr. Jens Lipski zu Gast bei Kulturpunkt.
Am 16. Oktober in der Deutschen Schule in Silves, am 18. Oktober in der Biblioteca Aljezur.
Als Sozialwissenschaftler im Ruhestand, pflegt Jens Lipski seine Hobbies und Leidenschaften wie Tango tanzen, Segeln, Akkordeon spielen, portugiesisch lernen und... schreiben, mit Ausdauer und Passion. Themen des Lebens, Grundsatzfragen, Sinnfragen, beschäftigen ihn. 
Und während des Entstehungsprozesses eines Buches, nähert er sich den Fragen in seinem Manuskript aus den unterschiedlichsten Perspektiven. Und nicht selten ironisiert er Thesen, indem er sie mit einer unerwartet formulierten Gegenthese im Publikum zur Diskussion stellt. 
Liebeskummer, heißt nur eines seiner bearbeiteten Emotionen im zwischenmenschlichen Zusammenleben, Glück, ein anderes. Als Mann der Gegenthese, liebt Jens Lipski es, gezielt nach literarischen Stimmen, Zitaten und Biografien, zu suchen, die seinen Zeilen Nachdruck verleihen. Obwohl Liebeskummer ein Thema ist, das eigentlich Jeden schon einmal beschäftigt hat, mochte sich das Publikum zunächst nicht so Recht damit identifizieren, und auch nicht anfreunden darüber offen zu sprechen. Aber nach und nach öffneten sich doch einige Zuhörer Innen, und es fand ein aktiver Austausch über Erfahrungen mit Liebeskummer statt, und darüber, wie man ihn denn wieder loswerden, oder im Idealfall, gar vermeiden könne? 
Im Angebot: Die Erwartungen an einen Partner derart hochschrauben dass man sich gar nicht erst verlieben kann, hieß ein Vorschlag einer Zuhörer In, temporär gut dosierte Pilzvergiftung, um sich unkompliziert zu lösen, ein anderer, eines Zuhörers, seines Zeichens Hobbykoch. 
Gefühl und Verstand in der Waagschale, wenn es um die Liebe geht, vermutlich ewige Diskrepanz.
Die Frage ob es möglich wäre, über den Verstand allein eine gewisse Blockade aufzubauen, die helfen täte durch gezielte Partnerschaft-Analyse gar nicht erst in diese verzwickte Gefühlslage zu geraten, blieb allerdings offen. Beim Autor und beim Publikum. Vielleicht eine These für ein nächstes Buch?

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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Freitag den 04. Oktober ab 18h in der Bücherei

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Samstag den 28.09.2013 um 20h

Kerstin Lange veröffentlichte in ihrer fünfjährigen Schriftstellerkarriere etliche Krimi-Kurzgeschichten, Geschichten zum Nachdenken, zwei Kriminalromane und ein Krimi-Kochbuch. Zur Zeit wartet sie auf die Veröffentlichung ihres dritten Kriminalromans, Tatort Leipzig-Neuss, für den sie den 5. Platz unter den Nominierten zum Leipziger Krimipreis belegte. Der Leipzig-Krimi erscheint pünktlich zu Beginn der Leipziger-Buchmesse 2014 im EMONS Verlag.
Außerdem arbeitet sie an einem weiteren Roman, über den sie zur Zeit noch nicht viel verraten möchte, außer dass er diesmal nicht in Neuss spielt, sondern in der Eifel.
Schattenspiel in Moll, Aufgetischt & Abserviert, nun also ein weiterer Roman mit dem Titel:  Stillleben Blutrot
Kerstin Lange verwöhnte das Publikum mit Hörproben aus ihrem neuen Buch sowie einer kleiner Auswahl unterschiedlich inszenierter Kurzgeschichten aus verschiedenen Anthologien. Neben Hörproben gab es auch Kostproben ihrer leckeren Rezeptesammlung in ihrem Kurzgeschichtenband Aufgetischt & Abserviert. 

Interessierte Krimileser fanden sich ein in der Bibliothek in Aljezur, und nahmen aktiv im anschließend an die jeweilige Lesung stattfindenden Autorentalk teil, und stellten Fragen über das Autorenhandwerk und zur Entstehung von Krimigeschichten.
Fazit: Kerstin Lange kommt wieder an die Algarve, im Gepäck neue spannende Geschichten sowie den Plan für eine Schreibwerkstatt.
Vielen Dank für Deinen Besuch, liebe Kerstin Lange!

© Catrin George  http://catringeorge-kulturpunktrevue.blogspot.pt/

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Freitag den 6 September ab 18h in der Bücherei

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Samstag den 31.08.2013  ab 20:30h

nun ist der Samstag rum und es/er war Gut, so empfinden Christina Zacker, Catrin und ich es...

                                         DANKE an ALLE die da waren!!!

31. August - Volles Haus bei Kulturpunkt in der Bücherei von Berenike Jacob in Aljezur mit der AutorIn Christina Zacker und ihrem im HEYNE-Verlag veröffentlichten Buchtitel "Kann denn Fado fade sein?"
Christina Zacker ist Profi-Wortwerkerin. Sie schreibt und veröffentlicht seit Jahrzehnten, arbeitete in Deutschland als Redakteurin und freie Autorin, und realisiert seit Jahren regelmäßig Buchprojekte diverser Genre.
Auf einer Reise als Reisejournalistin kommt sie zum ersten Mal nach Portugal. Das Land, seine Menschen, die Landschaft, die Lebenskultur, berühren sie tief und nachhaltig. Sie schluckt das, was wir Residenten so gerne den Portugal-Virus nennen - und der lässt bekanntlich nie wieder los. Es dauert noch einige Zeit bis sie sich  den Traum erfüllt und nach Portugal auswandert. Zunächst nach Lissabon, vor zwei Jahren nach Monchique und dort im wahrsten Sinne des Wortes in die Serra. 
Wer umzieht, gar auswandert, erlebt etwas. Für wahr!
Und diese kleinen und größeren Abenteuer während ihres Umzuges und Einleben in der neuen Heimat, stehen nun als liebenswürdige Sammlung  und unter dem Subtitel - meine Abenteuer in Portugal - in einem Buch. 
Christina Zacker erzählt von der Familie ihrer damaligen Liebe, Antonio, oder von bürokratischen Pflichten und den damit verbundenen möglichen oder unmöglichen Erlebnissen eines jeden Residenten. Die Autorin schenkt Detail genau und bildhaft beschriebene Einblicke und Eindrücke in traditionelle, familiäre Strukturen der alentejanischen Landbevölkerung, und was sie aus der schlichten Beobachtung persönlich hierbei empfindet. Welche Unterschiede sie sieht und welche Erinnerungen an die eigene Familiengeschichte erwachen, während sie die Leser bei der Hand nimmt, ihr zu folgen.   Durch ihre liebevoll einfühlsame Art, erlebte Momente und Situationen plastisch zu beschreiben, bringt sie Portugal von innen, den Lesenden, und genauso den am vergangenen Samstag entrückt lauschenden Publikum nahe. 
In die gehörten Kapitel mischen sich Witz und sanfte Ironie zu gleichen Teilen mit einer Prise Wehmut, authentisch wie das Land und seine Menschen. Das macht Lust auf lesen.
Christina Zacker zeigt offenen Herzens, wie sehr sie sich Portugal verbunden fühlt. In ihrem Buch und im täglichen Leben.  www.wortwerke.de 
Liebe Christina, herzlichen Dank für Deinen Besuch. 


© Catrin George http://catringeorge-kulturpunkt.blogspot.pt/

auf mehrfachen wunsch stelle ich jetzt die Fado"liste" mit den entsprechenden links hier rein...

Die portugiesische Gitarre (portugiesisch guitarra portuguesa) ist ein Saiteninstrument aus der Familie der Zupfinstrumente. Sie ist von den Ausmaßen ungefähr ein Drittel kleiner als eine klassische Gitarre, hat einen birnenförmigen Korpus aus Holz und 12 Saiten aus Stahl. Die 12 Saiten sind in 6 Paaren zu je 2 Saiten angeordnet. Man unterscheidet zwei verschiedene Stimmungen des Instruments: die Lissabon-Stimmung ist (d-D)-(a'-a)-(h'-h)-(e-e)-(a'-a')-(h'-h'), die Coimbra-Stimmung ist einen Ton tiefer, (c-C)-(g'-g)-(a'-a)-(d-d)-(g'-g')-(a'-a'). Lange Zeit wurde die portugiesische Gitarre mit den Fingernägeln gespielt, heutzutage werden jedoch meist künstliche Fingernägel unhas benutzt. Man unterscheidet zwei verschiedene Zupftechniken, die auf portugiesisch dedilho und figueta genannt werden. Bei der dedilho-Technik werden die Saiten nur mit dem Fingernagel des Zeigefingers angerissen, bei der figueta-Technik werden Daumen und Zeigefinger im Wechsel benutzt.

António Dâmaso Chainho (*1938 in São Francisco da Serra, Santiago do Cacém) 1960 wurde Chainho zum Militärdienst eingezogen. In dem Rahmen war er eine Zeit in Lissabon, wo er erstmals öffentlich in Lokalen die Portugiesische Gitarre spielte. Anschließend wurde er von 1961 - 1963 in die portugiesischen Kolonien Beira (Mosambik) abkommandiert. Er ist heute einer der international meistzitierten Gitarristen und Komponisten für die portugiesische Gitarre und wird häufig als „Meister der portugiesischen Gitarre“ betitelt. In jüngeren Zeiten spielte er mit so unterschiedlichen Sängerinnen wie Tereza Salgueiro. Er hat sowohl mit der exzentrischen Elektro-Tribal-Rock-Band Blasted Mechanism als auch dem London Philharmonic Orchestra aufgenommen.

Chainho wird als DER beste Fadogitarrist beschrieben Gitarrenstück gaivoas

http://www.youtube.com/watch?v=NxN6ju9t-b4

Maria Severa-Onofriana, auch A Severa (* 1820 in Lissabon; † 1846 daselbst) war eine der bedeutendsten portugiesischen Fado-Sängerinnen. Maria Severa wurde vermutlich in der Gasse Rua do Capelão in der Mouraria, einem ursprünglichen Stadtviertel (Bairro) Lissabons geboren, in dem sich ursprünglich freigelassene Sklaven niedergelassen hatten und welches im 19. Jahrhundert als das Stadtviertel der Fischer und Fischweiber galt. Hier verbrachte sie auch den größten Teil ihres Lebens. Sie gilt als eine Wegbereiterin des Fado in Portugal. Heute noch treten die meisten Fado-Sängerinnen mit einem schwarzen Seidenschal, einem von ihr sehr bevorzugten Accessoire, bekleidet auf.

Davon gibt es leider keine aufnahmen!!!

Alfredo Marceneiro, eigentlich Alfredo Rodrigo Duarte, (*1891 in Lissabon; † 1982 in Lissabon) Alfredo trat 1908 das erste Mal öffentlich auf, war schon mit 20 Jahren ein relativ bekannter Fado-Sänger und lernte die großen Fadisten seiner Zeit kennen. Über dreißig Jahre war dies nur Nebenerwerb; seinen Lebensunterhalt verdiente er als Schiffszimmerer. Alfredo hatte sich bescheiden den Künstlernamen Marceneiro – der Zimmerer – gegeben: Er sang in seinem Lied O Marceneiro (Text Armando Neves), dass er seine Lieder eigentlich auch nur so zurechtzimmere. In Wahrheit war er einer der bedeutenden Sänger der Fado-Tradition, der durchaus um seinen Wert wusste. Er sang mit hoher Stimme, überwiegend im Falsett (erwachsnen Sängern, wenn sie an statt ihrer ordentlichen Bass- oder Tenor-Stimme, durch Zusammenzwingen und Dringen des Halses, den Alt oder Discant singen. Man nennet es auch deswegen eine unnatürliche Stimme.“), über das Leben der einfachen Leute. So wurde er bei einer Veranstaltung 1948 in Anwesenheit von Amália Rodrigues und anderen Fado-Größen zum König des Fado ausgerufen. Alfredo Marceneiro gilt als der Förderer, der Amália Rodrigues zum Erfolg verhalf. Im Gegensatz zu dem ihren blieb sein Ruhm lokal begrenzt. Von der Diktatur blieb er unbehelligt, er biederte sich nicht an und wurde als reiner Fado-Künstler in Ruhe gelassen. Die von ihm erhaltenen Tonaufnahmen dokumentieren den klassischen Fado ohne Anpassung an ein Massenpublikum. Alfredo blieb bis ins hohe Alter aktiv, er trat letztmals 1980 auf, mit fast neunzig Jahren und immer mit einer Zigarette so wie die Hände in den Hosentaschen und etwas am „schaukeln“. 

Mein weises Haar besingt das Leben mit Fado und allem was dazu gehört.  Cabelo Branco

http://www.youtube.com/watch?v=w7Sfr6Hj468

Amália Rodrigues kam im Juni 1920 zur Welt. Sie war das fünfte von neuen Kindern. Im Alter von 15 Jahren singt sie ihr erstes Solo, begleitet von ihrem Onkel auf der Gitarre. Sie passte Gedichte von großartigen, portugiesischen Poeten an die Fado-Lyrik an. Sie ist bekannt für die Lieder „Uma casa Portuguesa”, “Fado Português” und “Libertação“. Sie zeigte der Welt Portugal während einer der längsten Diktaturen in Europa. Amália mit ihrem Mut, ihrer Kraft, ihrer Stimme und natürlich ihrem Fado wurde zum wichtigsten Symbol von Portugal. Mit einer phantastischen Bühnenpräsenz und einem Naturtalent für Konzert machte sie den Fado außerhalb der Portugiesischen Landesgrenzen bekannt. Sie starb am 6. Oktober 1999 und hinterließ ein großartiges „Saudade“. Der damalige portugiesische Präsident, Jorge Sampaio, sagte bei Amálias Tod, „Sie verlieh der portugiesischen Identität ein neues Gesicht. Amália stirbt, aber sie wird für immer in ihrem Fado und ihrer Musik weiterleben.“ Das Land trauerte drei Tagen.  

Amália besingt da die Liebe Gaivota

http://www.youtube.com/watch?v=TP4BnfUm0eI

Carlos do Carmo ist der Künstlername des portugiesischen Fado-Sängers Carlos Alberto de Ascensão do Carmo de Almeida (*1939 in Lissabon). Er übernahm den Namen seiner Mutter Lucília do Carmo (1920–1999), die selbst erfolgreiche Fado-Sängerin. Er nahm zwar schon im Alter von 9 Jahren eine Schallplatte auf, doch erst nach einigen Jahren entschloss er sich, Fado zu singen (er nahm 1969 sogar eine Schallplatte mit seiner Mutter auf). Carlos do Carmo wird heute zugleich als Altmeister, er hat sich stets um musikalische Qualität und anspruchsvolle Texte bemüht und dafür unterschiedliche Textautoren herangezogen und mit einigen der besten Gitarristen des Landes zusammen gearbeitet. Und er hält Kontakt zu der jungen Generation von Fado-Sängern und Sängerinnen.

Sehnsucht nach dem Leben was war und was noch kommt beschreibt dieses Lied von Calros do Carmo am besten Fado da Saudade 

http://www.youtube.com/watch?v=vw-3ccM2f6g

Dulce Pontes (*1969 in Montijo, Portugal) war Anfang der 1990er Jahre der neue Star des Fado. 1991 gewann sie den portugiesischen Songwettbewerb und startete unter dem Namen Dulce beim Eurovision Song Contest im gleichen Jahr. 1992 kam dann ihr erstes Album auf den Markt: Lusitana. 1993 erschien ihr zweites Album Lágrimas Tränen, das in Portugal eines der bestverkauften Alben aller Zeiten wurde. International bekannter wurde sie durch ein Konzert in Verona. 1999 sang sie mit Andrea Bocelli ein Duett. 

Dulce besingt die sehnsucht zum Meer wenn sie das Meer sieht kann sie tanzen kann sie weinen das Meer zeigt Ihr die Lebendigkeit und ihr herz schlägt schneller wenn sie dem Meer lauscht  Canção do mar

http://www.youtube.com/watch?v=QCahD0M9cv4

Mariza (*1973) kam in der Hauptstadt Mozambique zur Welt und zog als junges Mädchen im Alter von drei Jahren nach Lissabon. Marizas Familie lebte im „Mouraria“ Quartier in Lissabon, mitten im Herzen des Fados. Mariza begann im Alter von 5 Jahren zu singen, als sie ihr erstes schwarzes Gewand erhielt. Heute ist sie eine der wichtigsten Fado-Sängerinnen in der Geschichte und bewegt mit sentimentalen Liedern wie „Gente da Minha Terra“. Mariza, jung, modern und einzigartig und mit Herz und Seele im Fado. Sie trat als zeitgemäße und kreative Künstlerin auf, die avantgardistische Kleider den alt-modischen schwarzen Gewändern vorzog. Ihre Lyrik und Klänge erschüttert Herzen und Seelen weltweit.  

Wenn es regnet dann erinner ich mich an so vielem ...

http://www.youtube.com/watch?v=OpExb2hCYTs

Duarte Fadista (*1980 in Évora). Seit seinem siebten Lebensjahr sang Duarte bereits Fado, wendete sich dann aber anderen Musikstilen zu, insbesondere im Bereich des Pop/Rock. 2004 stellte er sein Debütalbum vor, wo er Gedichte von Fernando Pessoa, Aldina Duarte und Maria Teresa Grave sang, neben eigenen Stücken. 

Ein lied auf-für die Zigarette! To Tsigaro

http://www.youtube.com/watch?v=EOAnHg_pY44

Madredeus, die international bekannt gewordene Gruppe Madredeus mit ihrer herrlichen Sopranstimme der Sängerin Tereza Salgueiro (*1969). Madredeus, entstand im späten 20. Jahrhundert, begleitet von der akustischen Gitarre und einem Akkordeon eine eigenwillige  Elemente des Fado verwendende Musik.

Es wird der weg ins Paradis besungen und das die Sängerin den weg dahin kennt o Paraiso

http://www.youtube.com/watch?v=ltEYR7PWARs

Der Fado Coimbras

"Coimbra ist am schönsten in der Stunde des Abschieds", heißt der bekannteste Satz im Fado, der dieser Stadt gewidmet ist. Gesungen wird er hier von den Studenten. Der Fado von Coimbra ist, was die Instrumentierung anbelangt, in seinen Ursprüngen dem von Lissabon sehr ähnlich. Später dann hat er sich in eine andere Richtung entwickelt; die Texte sind anspruchsvoller, Aufführungsorte und Stimmen sind andere. Die romantischen Lieder werden ausschließlich von männlichen Studentengruppen in ihrer typischen schwarzen Tracht bestehend aus Anzug und Umhang gesungen. Die Queima das Fitas, das Fest am Ende des Studienjahrs, das im Mai stattfindet, bietet die beste Gelegenheit, dem Fado von Coimbra zu lauschen. Die Nacht der Serenaden vor dem Tor der Kathedrale ist ein sehr gefühlsbetontes Ereignis. Einige der ehemaligen Studenten verschrieben sich auch in ihrem späteren Leben dem Fado. Bestes Beispiel dafür sind die Sänger Adriano Correia de Oliveira und José Afonso und die Gitarristen Artur Paredes und Carlos Paredes.  

Das Lied besingt die liebe zu der Stadt und ihren einwohner  Coimbra tens mais en canto

http://www.youtube.com/watch?v=AsqQXQ6H7dU
Das Museu do Fado ist ein Musem was am 25. September 1998 in der Alfama eröffnet wurde, einem mit dem Fado verbundenen Viertel Lissabons. Das Museum ist im umgebauten Gebäude eines Pumpenhauses der lokalen Trinkwasser-versorgung untergebracht. Es entstand auf Initiative eines Förderkreises von Fadistas. Es beherbergt eine Dauerausstellung, Räume mit Wechselausstellungen, ein Dokumentationszentrum, einen Museumsshop und viele mehr. Das Museu do Fado war federführend bei der Kandidatur des Fado als Weltkulturerbe und 2011 wurde der Fado von der UNESCO als Welterbe eingestellt. Ein Besuch lohnt sich auf jeden fall und wenn nicht es nicht moeglich ist in real dort hin zu kommen dann empfehle ich sich auf die Internetseite der Museums umzuschauen!
www.museumdofado.pt

Zum schluss noch DIE nachwuchsängerin des Fados: Beatric sie ist 11 jahre alt und singt ein ganz ganz typisches Fodolied...

Numa casa portuguesa fica bem / pão e vinho sobre a mesa. / Quando à porta humildemente bate alguém, / senta-se à mesa co'a gente. / Fica bem essa fraqueza, fica bem, / que o povo nunca a desmente. / A alegria da pobreza / está nesta grande riqueza / de dar, e ficar contente.

Ein port. Haus auf dem tisch brot und wein und nachtisch…wenn ein mensch anklopft setzt er sich zu uns an den tisch und wir freuen uns das volk streitet nicht und es lacht das lachen des einfachen volkes dadurch es ist reich wer mit am tisch sitzt wird sich freuen ganz bestimmt in einem port haus.
Numa casa portuguesa fica bem

http://www.youtube.com/watch?v=uS4LbNyIX1E

Fado ist typisch portugiesisch, passender Ort für den Fado in Portugal:
Fischerdorf, Hafenviertel, geselliger Abend...
Fado soll Hoffnung bringen, um daraus Kraft zu schöpfen, Gemeinsamkeit herstellen,                           

Fado macht nachdenklich,
Fado ist emotional, charismatisch, melancholisch, aufwiegelnd und anstachelnd, oft traurig, selten lustig,

Fado ist ein Ausdruck von Sehnsucht, Schwermut, Verzweiflung, Einsamkeit, Verlust,                                        

Fado ist auch Liebe!!!

(einige lieder/infos habe ich aus zeitgründen nicht mehr vorgetragen, kommt aber bestimmt irgenwann, denn Catrin, Christina Zacker und ich haben festgestellt das intresse

an Fado besteht und das es wirklich ein sooooo umfassendes thema ist wo wir gut und gerne uns noch mehr ueber Fado austauschen koennen.)

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Freitag 02.08.2013 ab 18h

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Samstag den 27.07.2013 ab 20:30h

Ariane Jaya:

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Freitag den 05.07 2013 ab 18h

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Samstag 29.Juni 19:30h

Märchenfiguren, Fabelwesen, fremde Klänge, Mythos Sahara
Die Autorin Sylke Wegener entführt nach Mali und mitten hinein in die afrikanische Märchenkultur und Fabelmagie.
Sylke Wegener, alias Michaela Bindernagel,
erzählt von ihren Begegnungen mit den Tuareg und liest aus ihrem Bu